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Principais custos logísticos de uma transportadora de cargas

Os custos logísticos englobam todos os setores e etapas de uma transportadora. Pequenos detalhes, como embalagens das encomendas, até investimento em treinamentos e aquisição de novos caminhões estão inclusos neste cenário. No artigo a seguir, você conhece os principais gastos de uma empresa de cargas.

Custos logísticos: que são gastos fixos e gastos variáveis

Com a instabilidade do cenário econômico brasileiro, é essencial entender quais são os gastos fixos e variáveis de uma empresa. A compreensão destes custos permite gerar estratégicas para diminui-los e controlá-los, evitando que a saúde financeira da transportadora seja impactada.

Os gastos fixos, como o próprio nome traduz, são as despesas mensais. Mesmo que a sua empresa esteja em férias, elas continuarão aparecendo, como:

  • aluguel e impostos do imóvel, como IPTU
  • folha de pagamento dos colaboradores
  • seguro dos caminhões
  • mensalidade de softwares e rastreadores
  • impostos relacionados à frota, como IPVA

Ao contrário, os custos logísticos variáveis mudam mensalmente e podem surgir ocasionalmente, mas eles sempre devem ser levados em consideração em um planejamento financeiro, afinal, diariamente as transportadoras estão sujeitas a acidentes e roubos de cargas. Esta prática criminosa, inclusive, provocou prejuízo de mais de R$ 6 bilhões entre 2011 e 2016.

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Podem ser considerados gastos variáveis:

  • Combustível
  • Compra e reforma de pneus
  • Substituição ou conserto de peças automotivas
  • Treinamento de motoristas

Quais são os principais custos logísticos de uma transportadora?

Dos custos logísticos citados acima, os principais são combustível e manutenção. Entenda a seguir como eles podem impactar na sua empresa.

Combustível

Estudos internacionais mostram que as despesas em diesel e gasolina representam 30% dos custos logísticos de uma empresa. Ou seja, se a transportadora possuir somente frota própria e gastar R$ 10 mil mensais, R$ 3 mil serão destinados somente ao pagamento de postos de combustíveis.

No Brasil, a tendência é semelhante. Não existem estudos recentes sobre estes custos logísticos, mas um levantamento feito pela Associação dos Transportadores de Carga de Mato Grosso em 2010 mostrava que os gastos com óleo diesel eram 60% do valor total do frete. Na época desta pesquisa, o diesel custava R$ 2,22 – o que indica que este número pode ser ainda maior devido ao aumento no preço do combustível nos últimos meses de 2018.

Como optar somente por fretes próximos não é uma opção viável, as únicas formas de economizar combustível é através de boas práticas, como manutenção de veículos e condução responsável.

Condução correta: dirigir “na banguela”, ou seja, em ponto morto ou marcha lenta é uma prática difundida entre os caminhoneiros para economizar combustível. Contudo, ela resulta em um desgaste maior de sistemas de freios, pneus e de transmissão.

É fundamental treinar e desenvolver programas de reciclagem para seus motoristas CLT para desmitificar estas e outras informações incorretas. A qualificação faz também com que seja desenvolvida uma direção defensiva, onde freadas bruscas e aceleração repentina se tornem menos comuns nas rodovias e evitem o desperdício de combustível.

Manutenção periódica: caminhões com problemas mecânicos ou pneus sem a calibragem correta exigirão mais combustível. O mesmo acontece nos veículos com excesso de carga. Além de ser uma prática ilegal, pode danificar ainda mais a estrutura do caminhão.

Planejamento de rotas: avaliar o trajeto antes de uma viagem é fundamental para escolher o caminho mais curto e que apresente boas condições de infraestrutura. Estradas mais próximas, mas que seja repletas de buracos, até podem economizar combustível como também causar prejuízo aos pneus.

Manutenção

Aquisição de novas peças, alinhamento, balanceamento e verificação dos componentes elétricos são algumas das tarefas que englobam a manutenção veicular e que geram gastos à transportadora. Porém, tratam-se de atividades necessárias toda vez que o caminhão sair em viagem.

Dos itens que demandam manutenção, os pneus são líderes em gastos nas transportadoras. A peça deve passar por recapagem, calibragem, entre outros cuidados, para garantir a segurança do caminhoneiro e dos demais motoristas nas rodovias. Um estudo sobre gestão de insumos em empresas de transportes mostra que o custo variável com pneus pode chegar a 8% dos gastos totais.

Frota terceirizada pode ser a solução

Se estes gastos têm sido excessivos para a sua transportadora e você precisa modificar com urgência a forma de trabalhar, a frota terceirizada por ser uma ótima solução inicial.

Ao contratar caminhoneiros autônomos ou direcionar suas cargas para outras transportadoras, você elimina seus gastos com combustível, tributos trabalhistas e manutenção dos veículos – estas prioridades passam a ser do responsável pelo transporte.

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